António José Seguro foi recebido no Porto com guarda de honra e uma plateia de 150 convidados.
No salão nobre da Câmara Municipal, o Presidente da República referiu que a coesão territorial será uma prioridade do seu mandato, sublinhando que “não é uma palavra de circunstância”, mas uma convicção política central.
O fim do centralismo degradante e paralisador.
O chefe de Estado defendeu que Portugal deve ser encarado como um todo, onde “nenhum território pode ser dispensado”, reforçando a importância de combater as desigualdades entre regiões.
O centralismo foi tema em destaque nesta visita com o autarca do Porto, Pedro Duarte, a pedir um tempo de igualdades de oportunidades e o fim do centralismo “degradante e paralisador”.
Durante a sessão nos Paços do Concelho, o chefe de Estado destacou ainda o papel de várias referências culturais da cidade, como a Casa da Música, a Fundação de Serralves, o Museu Soares dos Reis e o Jornal de Notícias, que considerou “património histórico” do Porto.
A visita à cidade Invicta encerrou o primeiro grande roteiro do novo Presidente, num momento simbólico em que destacou o peso histórico, cultural e institucional do Porto na construção do país.



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