taylor swift
Taylor Swift (Eva Rinaldi, CC BY-SA 2.0 https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0, via Wikimedia Commons)

Um novo passo está a ser dado no sentido de proteger os direitos de voz e imagem das criações através de inteligência artificial (IA) e para prevenir os chamados “Deepfakes”.

A cantora norte-americana Taylor Swift avançou com pedidos para o registo de marca de duas gravações áudio e uma fotografia de palco, para proteger a sua voz e imagem de serem reproduzidas por inteligência artificial sem consentimento.

O movimento a cantora pode ter implicações globais, segundo vários especialistas jurídicos internacionais, uma vez que atualmente, a legislação de direitos de autor não cobre os conteúdos gerados por IA que imitam uma voz sem copiar a gravação original.

É esta lacuna que Swift quer preencher com este processo, depois de ter visto a sua voz e imagem serem usadas em vários anúncios falsos, incluíndo mensagens de propaganda política e mesmo em conteúdos explícitos gerados por IA.

Caso a cantora consiga vencer esta batalha jurídica contra os “deepfakes“, poderá ser criado um precedente importante para proteger os direitos dos artistas das ameaças criadas pelo o surgimento da Inteligência Artificial.